Santa Missa de
Chayanny dos Santos
12 de dezembro · 2026 · 10h
Paróquia Sagrados Corações de Jesus e Maria · Curitiba/PR

Faltam para o meu sim
Com o coração cheio de alegria
Com o coração cheio de alegria e gratidão, convido você a estar comigo em um dos momentos mais especiais da minha caminhada vocacional: a Santa Missa do meu Celibato Definitivo.
“Assim brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.” São Mateus 5,16
Minha história
Antes de contar o que vamos celebrar, quero contar como cheguei até aqui. Cada data abaixo é um sim de Deus para mim, e cada um deles preparou o meu.
Antes que eu soubesse dizer o nome de Deus, Ele já sabia o meu. Nasci em , nos braços da minha mãe, Fátima, que desde cedo me ensinou que a vida é dom e que tudo o que somos pertence ao Senhor.
Em , pelas águas do Batismo, fui feita filha de Deus e membro da Igreja. Ali foi plantada a semente de tudo o que viria depois: uma vocação que ainda dormia, esperando o tempo certo para florescer.
Por muito tempo conheci Deus de longe. Foi no que Ele deixou de ser uma ideia e se tornou uma Pessoa. Experimentei o amor de Cristo de um modo tão real que já não pude seguir a vida como antes.
Foi a minha conversão. Ali eu disse o meu primeiro sim.
No Acampamento PHN da Canção Nova, em Cachoeira Paulista, vivi uma experiência profunda com Nossa Senhora. No meio de milhares de jovens, senti sobre mim o olhar materno de Maria e entendi que ela mesma me levaria pela mão até o seu Filho.
Desde então, nenhum passo da minha vocação foi dado sem ela.
Deus me deu um pai espiritual: São Josemaria Escrivá, meu santo de devoção. Com ele aprendi que a santidade cabe na vida comum. Ela está no trabalho bem feito, no sorriso de cada dia e na fidelidade às coisas pequenas oferecidas por amor.
O terço com a sua medalha me acompanha nas mãos e no coração.
“Que a tua vida não seja uma vida estéril. Sê útil. Deixa rasto.”São Josemaria · Caminho, 1

O Senhor me chamou a viver como missionária e celibatária pelo Reino de Deus, no carisma do Doce Mistério da Cruz, na Comunidade de Aliança Católica Santa Cruz.
Aos pés da Cruz descobri que amar é entregar-se. Abraçada a Cristo, a dor ganha sentido e a entrega se torna doce e fecunda.


Em memória de
Minha amada mãe lutou contra o câncer durante nove meses. Nove meses é o tempo de uma gestação, e hoje compreendo que foi o tempo de ela ser gestada para o Céu.
No dia 12 de dezembro de 2024, festa de Nossa Senhora de Guadalupe, ela nasceu para a eternidade. Deixou um legado lindo de amor e de entrega total a Deus e à Santíssima Virgem Maria.
Tive a graça de realizar um documentário em sua homenagem e de exibi-lo no cinema. Foi o meu modo de contar ao mundo quem ela foi e de agradecer a Deus por tê-la como mãe.
“Não estou eu aqui, que sou tua Mãe?”Nossa Senhora de Guadalupe a São Juan Diego
Um novo ciclo
Agora começa um novo ciclo na minha vida. Exatamente dois anos depois que minha mãe partiu para o Céu, na mesma festa de Nossa Senhora de Guadalupe, direi diante do altar o meu sim definitivo ao celibato, por amor ao Reino de Cristo.
O celibato é o meu modo de amar por inteiro: um coração todo de Cristo, livre para servir a todos que Ele colocar no meu caminho.
“Eis o Esposo! Saí ao seu encontro.”São Mateus 25,6
Sábado
12
dezembro de 2026
às 10 horas
Paróquia Sagrados Corações de Jesus e Maria
Rua Presidente Rodrigo Otávio, nº 1650